domingo, 24 de outubro de 2010

Resumo da nossa apresentação de seminário


Educação a Distância


É um sistema de ensino não-presencial,é uma forma de aprendizagem que se dá sem a presença de professor no local de estudo. Este tipo de educação o aluno é responsável pela sua auto-aprendizagem.
Dentro da educação a distância, temos alguns modelos:
  • Presencial
  • Mista
  • Virtual
História da Ead
Surgiu com a necessidade de proporcionar educação a população que não tem condições de se adequar ao sistema tradicional de ensino.
A partir da segunda metade do século XIX, a correspondência ou o estudo em casa transformaram-se em uma forma legítima de instrução , por conta dos sistemas postais ficarem baratos, proporcionaram a facilidade no envio de correspondência. Os instrutores passaram a emitir textos, guias de estudo e outros materiais impressos pelo correio aos estudantes que ganharam o crédito para terminar atribuições especifíficas com sucesso. O modelo de correspondência transformou-se na primeira geração de Ensino a Distância.
O livro é, com certeza, a tecnologia mais importante na área de EAD antes do aparecimento das modernas tecnologias eletrônicas, especialmente as digitais. Com o livro o alcance do EAD aumentou significativamente em relação à carta.
O surgimento do rádio, da televisão e, mais recentemente, o uso do computador como meio de comunicação vieram dar nova dinâmica ao ensino à distância.

Histórico do Ensino a Distância
Geração
Início
Características
1a.
até 1970
Estudo por correspondência, no qual o principal meio de comunicação eram materiais impressos, geralmente um guia de estudo, com tarefas ou outros exercícios enviados pelo correio.
2a.
1970
Surgem as primeiras Universidades Abertas.Os cursos a distância, utilizam, além do material impresso, transmissões por televisão aberta, rádio e fitas de áudio e vídeo, com interação por telefone, satélite e TV a cabo.
3a.
1990
Esta geração é baseada em redes de conferência por computador e estações de trabalho multimídia.



“Katz (1973, p. 6-7) afirma que o primeiro curso por correspondência nos Estados Unidos foi de taquigrafia no ano de 1728. Castro e Guaranys (1977, p. 407) registram um curso de taquigrafia, em 1840, na Inglaterra, e vários outros cursos por correspondência, no início do século XX, na Rússia e em, pelo menos, oito universidades americanas, Wisconsin, Oregon, Kansas, Minnesota, Nebraska, Texas, Missouri, e North Dakota.
No Brasil, o Instituto Universal Brasileiro, iniciado em 1940, parece ser a instituição mais antiga a manter cursos por correspondência. Desde então, outras instituições deste gênero foram criadas no Brasil, como o Centro de Estudos Regulares (C.E.R.), fundado em 1981. O objetivo do C.E.R. era permitir que crianças, cujas famílias se mudavam temporariamente para o exterior, continuassem a estudar pelo sistema educacional brasileiro.
Em verdade, cursos por correspondência continuam tão úteis em 2010 quando nos século anteriores. A tendência é que a cada ano que passa eles aumentem ainda mais, já que as pessoas oje tem uma vida muito corrida, não dispondo de tempo para estudar em um sistema de ensino tradicional.

domingo, 3 de outubro de 2010

Plano de Aula


PLANO DE AULA

Conteúdo: Português

Objetivos:
- Refletir sobre a questão do uso do computador como instrumento auxiliar nas aulas de Português no Ensino Fundamental I.

Conteúdo: Conjugação de Verbos.

Desenvolvimento: Usando o software educativo Só Português, os alunos irão seguir as etapas para entrar, procurar o comando ajuda e conjugar os verbos usando as regras e o passo-a-passo para conseguir concluir a atividade.

Justificativa: Cada vez mais se sabe da importância do uso das novas tecnologias como ferramenta instrumental. Por isso as aulas de Português podem ganhar atenção especial dos alunos proporcionando um maior interesse em aprender, quando realizadas diante de um computador, utilizando o software como ferramenta pedagógica auxiliando no processo de construção do conhecimento.
1ª etapa:
Criar uma senha e login na opção: Quero me cadastrar; anotá-las e logar-se.

2ª etapa:
Com base no contexto do software, os alunos deverão anotar e conjugar os seguintes verbos: andar, amar, correr, cair, sofrer, perder e mentir. Não esquecendo de respeitar as regras do português e concluir no tempo determinado.
Deverão seguir o passo-a-passo: Google - Só Português - Quero me cadastrar (anotar senha e login) – ajuda – conjugar verbos.

3ª etapa:
Após anotarem a conjugação dos verbos, os alunos deverão procurar o tópico comunidade, coluna do usuário e digitar um texto dentro de um dos estilos literários descritos, escolherem apenas um estilo e formar a partir das palavras que conjugou, um texto de 10 linhas com o tema: Eu posso...  Depois enviar o texto e esperar a mensagem de confirmação.

Metodologia: A partir da orientação oralizada do professor, os alunos deverão seguir a seqüência dada pelo mesmo par5a concluírem as tarefas usando o Só português.

Tempo de duração: 45 minutos

Perfil dos alunos: Alunos do Ensino Fundamental I, do 3º ano da escola particular.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Encerramento da III Semana da Pedagogia - UFC



Carol Bessa e Carol Santos (Fazendo a cobertura do encerramento da III SEMANA DA PEDAGOGIA).








A banda preparando-se para tocar!

 




      
                    
          





 E o pessoal esperando o que ia acontecer...










                                   



Mas, parece que o pessoal gosta mesmo é de aula, pois não compareceu muita gente no encerramento!







 


Um pouquinho do encerramento da semana da pedagogia.
Não deu muita gente, mas quem foi se divertiu com a presença dos colegas de curso!

domingo, 5 de setembro de 2010

Síntese dos vídeos assistidos

     A partir dos tópicos: Ensino, aprendizagem e o uso de computadores. Faça uma síntese dos vídeos assistidos relacionando-os com os pontos abaixo.
Vídeos: 
  1. tecnologia ou metodologia?
  2. Papert legendado
  3. A máquina de ensinar de Skinner
  4. Instrucionismo e construcionismo.
     Fazendo uma análise da relação entre os vídeos assistidos e o ensino é possível verificar que para Skinner, ensinar é dar autonomia para que o aluno seja autônomo em seu aprendizado.
Para Papert o ensino acontece atráves dos ideais do construcionismo, nesse contexto aprender deve ser baseado no experimentar. É importante ressalvar que Papert foi orientando de Piaget e contrário ao modelo "máquina de ensinar" de Skiner.
     Para melhor compreensão das consequências do ensino segundo Skinner é importante dar ênfase aos pontos positivos e negativos desse método. Positivos: o estudante é o gestor de seu tempo, verificação rápida dos resultados, aprendizagem gradual; negativos: superficial, há um adestramento, o aluno não sabe lidar com a frustação do erro e há possibilidade da substituição do homem pela máquina.
      Na realidade o professor deve usar a máquina como instrumento tecnológico, pois ele é o orientador e isso se encaixa perfeitamente nas ideias do instrucionismo, já que a tecnologia deve ser um instrumento auxiliar e não um competidor em ações e rapidez.
      No vídeo tecnologia ou metodologia, percebemos que a tecnologia muda o instrumento, pórem o método continua sendo o mesmo, sendo assim fica a pergunta: será que instrumentos tecnológicos são mesmo significativos na relação ensino-aprendizaem em sala de aula?
    Analisando as diferenças existentes entre instrucionismo e construcionismo, é possivel verificar que no instrucionismo a criança é passiva do comando pelo adulto e no construcionismo a criança tem a capacidade de aprender construindo seu aprendizado a partir do que é dado, mas não é somente receptor é também agente da construção do seu conhecimento, acredita, portanto no aprender de dentro para fora.
     Se compreendermos que para ensinar é preciso construir bases para então usarmos instrumentos auxiliares, veremos que o conhecimento acontece de forma mais harmônica e fluente com o que a tecnologia nos impõe. Nesse contexto o uso de computadores torna-se essencial dentro desse novo projeto de educação que está imposto pelos avanços da modernidade.
    

Síntese do texto: O que são tecnologias e o por que elas são essenciais. Vani Moreira Kenski


Kenski no texto O que são tecnologias e por que elas são essenciais, fala que as tecnologias já eram utilizadas desde a antiguidade pela sociedade primitiva. Exemplos disso foi a necessidade de inventar o fogo para aquecimento e preparação de alimentos, invenção de armas para caça e proteção diante de animais ferozes, etc. Desde então as tecnologias vem avançando de acordo com a premência e a ganância da espécie humana.
Falamos de ganância porque o ser humano passou usar a tecnologia para ampliar seus domínios, acumular riquezas e dominar o outro. Mas, como já vimos, a tecnologia não trouxe somente coisas ruins.
         A partir do contexto conhecimento, poder e tecnologia é possível verificar  que existem vários meios tecnológicos que se expandem cada vez mais. A questão do poder da tecnologia e de quem tem o controle sobre ela é diversa, pois cada um usa esses meios de acordo com seu ponto de vista
          É importante salientar que as tecnologias não são somente máquinas, segundo o texto de Kenski tecnologia é o “conjunto de conhecimentos e princípios científicos que se aplicam ao planejamento, à construção e à utilização de um equipamento em um determinado tipo de atividade”. Diante disso educadores e educandos, as pessoas em geral, precisam se adaptar para não viverem a margem de uma sociedade tecnológica. 

Questionamentos sobre o texto  


Por que o homem sente a necessidade de estar inovando e criando as tecnologias?
Como manter a tecnologia a favor da educação? 
Por que as tecnologias não são acessíveis a todos? 

 

Dia 26/08/10: Apresentação de Trabalhos




Entrevista concedida por Diana Diógenes (Aluna de Pedagogia que estava apresentando trabalho na III Semana de Pedagogia em 26/08/2010)


    





















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Dia 25/08/10: Oficinas e Mini-Cursos

   Neste dia aconteceram as oficinas e mini-cursos.
  Podemos perceber que os alunos assim como nos dias anteriores, continuaram presentes na faculdade e participando das atividades propostas pela programação da Semana da pedagogia. Nos corredores, pessoas procuravam suas salas, nas quais correspondiam as escolhas feitas de suas oficinas ou mini-cursos.
   Foi possível perceber pelas conversas ao término do dia que todos ficaram bastante satisfeitos com as informações adquiridas nesse dia,  e reconheceram a importância de se diminuir as distâncias  entre pós-graduação e a graduação. É nesse aspecto que esperamos que exista esse diálogo não só nesta semana pedagógica, mas no decorrer da vida acadêmica.